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	<title>Verão da Cultura</title>
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		<title>A tecnologia como aliada</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 18:08:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martinica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A jornalista e mediadora do último debate do Verão da Cultura, Anabela Paiva, disse muito ao anunciar a mesa que iria compor a Rede de Experiências sobre o tema 'cultura, comunicação e redes sociais': "Ivana Bentes é um azougue - não pára de inventar" e "Heraldo HB está criando um dos mais inovadores grupos da cultura no Rio de Janeiro" são definições de encaixe perfeito nos dois apresentadores, e o público pôde confirmar isso ao longo da animada conversa que fechou com chave de ouro a maratona cultural no Parque Lage. <a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/a-tecnologia-como-aliada/">[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A jornalista e mediadora do último debate do Verão da Cultura, Anabela Paiva, disse muito ao anunciar a mesa que iria compor a Rede de Experiências sobre o tema &#8216;cultura, comunicação e redes sociais&#8217;: &#8220;Ivana Bentes é um azougue &#8211; não pára de inventar&#8221; e &#8220;Heraldo HB está criando um dos mais inovadores grupos da cultura no Rio de Janeiro&#8221; são definições de encaixe perfeito nos dois apresentadores, e o público pôde confirmar isso ao longo da animada conversa que fechou com chave de ouro a maratona cultural no Parque Lage.</p>
<p style="text-align: justify;">Ivana começou o papo descontraído indo direto ao cerne da questão: &#8220;Caímos numa rede onde a produção e consumo se universalizam, os meios e a infra-estrutura se universalizam &#8211; e agora?&#8221;. Dialogando com essa pergunta central, a diretora da Escola de Comunicação da UFRJ defendeu uma visão mais ampla &#8211; e completamente nova &#8211; para mercados que se abrem hoje em dia. Ivana argumentou: &#8220;Vivemos hoje o surgimento de novos circuitos de produção, consumo e circulação dos bens&#8221;, e prosseguiu &#8220;A produção cultural foi toda pensada na dificuldade de reprodução, na raridade. Toda uma série de ‘produtos culturais analógicos’ estão tendo agora que se adaptar. E quando muda o modelo que era baseado no grande capital, na dificuldade de reprodução, isso vai ter um enorme impacto social&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Adaptação&#8221; foi uma palavra que teve tanto destaque na fala da apresentadora quanto &#8220;novidade&#8221;. Ou talvez tanto quanto &#8220;mudança&#8221;. Foi de mãos dadas com esse espírito de reestruturação que Ivana trouxe à roda temas polêmicos como a necessidade de se rever os direitos autorais ou de se questionar alguns mitos sobre a pirataria: “Todos nós somos taxados de criminosos. Há uma crise dentro do próprio sistema capitalista. A questão é estrutural &#8211; é uma nova economia que surge”.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem esquecer o papel das políticas públicas em meio a um cenário tão tranformador, Ivana defendeu: &#8220;A cultura digital está criando o &#8216;precariado cognitivo&#8217;, e ele também precisa se organizar formalmente, ter uma segurança maior, é preciso ter essa base&#8221;, e seguiu &#8220;Há hoje um circuito muito mais amplo, a figura do amador-criador, a produção doméstico-industrial com o ateliê no quarto de dormir. Vê-se uma geração de roteiristas, fotógrafos, artistas fora das grandes corporações &#8211; é importante que as políticas públicas pensem essa nova realidade econômica”</p>
<p style="text-align: justify;">Discutindo os limites da legalidade e da ilegalidade, Ivana mencionou as oportunidades que surgem e podem ser aproveitadas pelas políticas públicas: &#8220;As lan houses são ambientes cognitivos novos que surgem para a juventude da periferia. Depois do &#8216;puxadinho&#8217; surgiu o &#8216;plugadinho&#8217;, que é a rede de compatilhamento de sinal de internet. Aí se fala: isso não é legal. O que é legal, afinal?&#8221;, provocou. E concluiu: &#8220;A indústria cultural no modelo fordista era obsoleta. A cultura digital está modificando tudo. Como os mediadores tradicionais da cultura vão agir frente a isso? A questão é: &#8216;onde vamos colocar o taxímetro?&#8217;. Há uma mudança muito grande na rotina de produzir, consumir, experimentar, viver. Discutir isso somente no âmbito do varejo é muito pequeno. A reestruturação é muito maior&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto a pesquisadora defendia que as redes sociais são mais eficientes na distribuição dos bens materiais, de música e outros bens culturais, o público percebia em Heraldo HB, o segundo apresentador da Rede, a prova viva da afirmação. O agitador cultural de Caxias, que há 8 anos é um dos protagonistas da cena cultural e de inovação do Rio de Janeiro, explicou: &#8220;A internet casou certinho com o que existia no momento na periferia. Antes das redes sociais, os eventos já eram colaborativos: tinham show, poesia, fanzines, e cada um trazia o que podia: eu trazia o som, o outro trazia a xerox, e por aí vai”. E definiu: “A periferia já era colaborativa, porque dependia de várias pessoas; e já era multimídia, porque trazia várias linguagens”.</p>
<p style="text-align: justify;">Aplaudido ao defender que “O Rio é muito mais que a cidade do Rio&#8221;, Heraldo pediu atenção para um ponto fundamental: &#8220;Temos que incluir os pobres no sistema. Temos que aprofundar as politicas de inclusão no país”, e prosseguiu “É preciso ter políticas públicas pra ampliar a cultura digital pra galera. A lan house é o campinho  de futebol&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda defendendo a maior artiulação centro X periferia, Heraldo pediu: &#8220;A gente tem que circular pela cidade, andar&#8221;. &#8220;Houve um pacto de vários grupos que resolveram re-significar a Baixada Fluminense. Hoje a Baixada ainda tem um estigma violento, mas ela está mais &#8216;desejada&#8217;. Isso mudou por conta desse movimento articulado com a tecnologia, a internet. As redes sociais permitiram que se ganhasse novas armas contra a política do medo&#8221;, ponderou. E conclui: &#8220;Temos que ter um Rio de Janeiro mais humano, mais verdadeiro. A tecnologia é uma aliada. O Rio pode crescer muito quando tornarmos a coisa mais solidária”.</p>
<p style="text-align: right;"><em>(texto: Bruna Baffa/<a href="http://facebook.com/martinicadigital" target="_blank">Martinica Digital</a>)</em></p>
<p style="text-align: left;">Acompanhe o <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura" target="_blank">Verão da Cultura.Urgente</a></strong> no <strong><a href="http://www.twitter.com/veraodacultura" target="_blank">Twitter</a> </strong>e <strong><a href="http://www.facebook.com/veraodacultura" target="_blank">Facebook</a> </strong>e pelo <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/" target="_blank">Cultura.RJ</a></strong></p>
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		<title>Cultura, arte e educação</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 14:56:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martinica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Maria Antonia Goulart e Claudius Ceccon apresentaram, na tarde desse domingo, duas experiências educativas que poderiam ser qualificadas como algo “inédito viável”, nas palavras de Paulo Freire. O educador foi o primeiro presidente do Centro de Criação de Imagem Popular, Cecip, que há 25 anos produz materiais audiovisuais e forma profissionais em Nova Iguaçu e foi tema da Rede de Experiências do Verão da Cultura. É da mesma cidade o outro projeto pioneiro exposto na mesma mesa, o bairro escola, uma concepção de educação integral que envolve atores e instituições externos ao universo estritamente escolar. <a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/cultura-arte-e-educacao/">[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Maria Antonia Goulart e Claudius Ceccon apresentaram, na tarde desse domingo, duas experiências educativas que poderiam ser qualificadas como algo “inédito viável”, nas palavras de Paulo Freire. O educador foi o primeiro presidente do Centro de Criação de Imagem Popular, Cecip, que há 25 anos produz materiais audiovisuais e forma profissionais em Nova Iguaçu e foi tema da Rede de Experiências do Verão da Cultura. É da mesma cidade o outro projeto pioneiro exposto na mesma mesa, o bairro escola, uma concepção de educação integral que envolve atores e instituições externos ao universo estritamente escolar.</p>
<p style="text-align: justify;">“Em Nova Iguaçu, acreditávamos que o papel da cultura na educação era mais que apenas fazer algumas oficinas para instrumentalizar técnicas de expressão artística. Achamos que a escola deve se abrir a novos agentes do território para que possa se dedicar melhor ao desafio da aprendizagem”, disse Maria Antonia, que foi coordenadora de Desenvolvimento Social da cidade. “O formato da escola tradicional não funciona mais em um mundo em que a interatividade é a regra”, esclareceu após ser acusada por uma professora da plateia de diminuir o papel da escola.</p>
<p style="text-align: justify;">Claudius Ceccon, diretor do Cecip e pioneiro no uso das novas tecnologias do audiovisual em projetos de transformação social, também discutiu os conceitos de cultura, arte e educação. Após exibir um clipe com extratos da TV Maxambomba, uma TV comunitária feita pelos próprios moradores da Baixada Fluminense, disse que os jovens se acham capazes de mudar o mundo, mas não possuem instrumentos para que possam se engajar em ações sociais. “Existe uma cultura viva em territórios periféricos que só estão esperando uma oportunidade para aparecer. Trabalhamos com os conceitos de educação e comunicação como uma coisa só. E também não diferenciamos arte de cultura”, concluiu.</p>
<p style="text-align: right;"><em>(texto: Ana Beatriz Duarte/<a href="http://facebook.com/martinicadigital" target="_blank">Martinica Digital</a>)</em></p>
<p>Acompanhe o <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura" target="_blank">Verão da Cultura.Urgente</a> </strong>no <strong><a href="http://www.twitter.com/veraodacultura" target="_blank">Twitter</a></strong> e <strong><a href="http://www.facebook.com/veraodacultura" target="_blank">Facebook</a> </strong>e pelo <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/" target="_blank">Cultura.RJ</a></strong></p>
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		<title>Festa da cultura no Parque Lage</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Mar 2011 22:51:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martinica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O público continua lotando a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, neste domingo, último dia do Verão da Cultura.Urgente, organizado pela Secretaria de Estado de Cultura, com curadoria de Heloísa Buarque de Hollanda. Durante o todo o fim de semana, foi grande a movimentação de pessoas da capital e vindas de outros municípios do estado, dispostas a discutir cultura, ver exposições de artes plásticas e performances, e participar das mesas de debates. <a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/festa-da-cultura-no-parque-lage/">[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O público continua lotando a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, neste domingo, último dia do Verão da Cultura.Urgente, organizado pela Secretaria de Estado de Cultura, com curadoria de Heloísa Buarque de Hollanda. Durante o todo o fim de semana, foi grande a movimentação de pessoas da capital e vindas de outros municípios do estado, dispostas a discutir cultura, ver exposições de artes plásticas e performances, e participar das mesas de debates.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre as propostas deste domingo, a Rede de Experiências, por exemplo, com os temas Cultura, Controle e Conflitos; Cultura, Memória e Mobilização Comunitária; Cultura, Arte e Educação e Cultura; e Comunicação e Redes Sociais, mobilizou um público superior a 900 pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">O Verão da Cultura.Urgente faz parte do processo de elaboração do Plano Estadual de Cultura, que vem sendo desenvolvido pela Secretária de Estado de Cultura, Adriana Rattes.</p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro dia, fez parte da programação a Rede de Ideias, dentro da qual foram debatidos temas como As Novas Praças da Cultura, Novos Modelos de Negócios no Mercado Cultural, e Novas Geografias da Cultura no Rio de Janeiro. Participaram das mesas de debates em torno da cultura nas cidades, tanto agora quanto no futuro, artistas como Leandra Leal, Debora Colker, Perfeito Fortuna, Ernesto Neto e Fernanda Abreu, sob coordenação de Ilana Strozenberg, Heloisa Buarque de Hollanda e da Secretária de Estado de Cultura, Adriana Rattes.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a mesa Cultura, Controle e Conflito, mediada por Pedro Strozenberg e formada por Dudu do Morro Agudo e Jaílson de Souza, foram feitos relatos de experiências que objetivam estimular ações culturais com inclusão da periferia e a favor da redução das desigualdades sociais, como também propostas que apontem aos jovens um distanciamento da criminalidade a partir de atividades com cultura e educação.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais um exemplo de debate que gerou entusiasmo entre o público presente foi o da mesa Cultura, Memória e Mobilização Comunitária, coordenada pela antropóloga Ilana Strozenberg , que propôs a utilização da memória como estratégia de organização comunitária. Esta mesa contou também com a participação de Edson Diniz e Regina Novaes.<br />
Dentro do cardápio de performances, o público assistiu a apresentações do grupo de hip hop Crente Crew, do Grosseria Gera Grosseria e de Mary Fê. O líder do primeiro grupo, João Pedro, falou em nome dos outros cinco componentes sobre a alegria de estarem fazendo parte do seminário: “A gente está dentro de um cenário onde o público não é específico do gênero musical que fazemos, e isso pra nós é fantástico. Estamos felizes porque aqui a gente está se apresentando pra um grupo de pessoas que consome todo tipo de cultura”.<br />
Já a gestora de cultura de Paraty, Cristina Mazeda, coordenadora da Associação Casa Azul, disse que o aproveitamento do seminário para quem atua no interior é o mais positivo possível</p>
<p style="text-align: justify;">“Foi muito enriquecedora a experiência e as discussões sobre o Plano Estadual de Cultura que será delineado a partir de tudo o que tem sido feito pela Secretaria de Cultura até aqui. É bom saber que a gente pode contar com o poder público e constatar que a cultura tem que ser feita por todos nós e não apenas com quem já está no poder.”<br />
O tem encerramento com uma apresentação da Orquestra Voadora.</p>
<p style="text-align: right;"><em>(texto: Portal <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/" target="_blank">Cultura.rj</a></strong> &#8211; com colaboração de Sandra Menezes)</em></p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhe o <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura" target="_blank">Verão da Cultura.Urgente</a> </strong>no <strong><a href="http://www.twitter.com/veraodacultura" target="_blank">Twitter</a></strong> e <strong><a href="http://www.facebook.com/veraodacultura" target="_blank">Facebook</a> </strong>e pelo <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/" target="_blank">Cultura.RJ</a></strong></p>
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		<title>Cultura, memória e mobilização comunitária</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Mar 2011 21:07:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martinica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Não vale mais falar de cultura como passado. Se a cultura é a produção de sentidos, ela é o presente, e tem a ver com a projeção do futuro”. Antenada com a proposta que a Secretaria de Estado de Cultura trouxe para o Verão da Cultura.Urgente, Regina Novaes deu o tom da segunda Rede de Experiências: ela e Edson Diniz conduziram, com a mediação de Ilana Strozenberg, um envolvente debate nesta tarde de domingo e colocaram a "cultura, memória e mobilização comunitária" na roda de discussões do Parque Lage. <a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/cultura-memoria-e-mobilizacao-comunitaria/">[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">“Não vale mais falar de cultura como passado. Se a cultura é a produção de sentidos, ela é o presente, e tem a ver com a projeção do futuro”. Antenada com a proposta que a Secretaria de Estado de Cultura trouxe para o Verão da Cultura.Urgente, Regina Novaes deu o tom da segunda Rede de Experiências: ela e Edson Diniz conduziram, com a mediação de Ilana Strozenberg, um envolvente debate nesta tarde de domingo e colocaram a &#8220;cultura, memória e mobilização comunitária&#8221; na roda de discussões do Parque Lage.</p>
<p style="text-align: justify;">O conceito de cultura foi amplamente debatido pelos apresentadores. &#8220;Discutir cultura hoje é fundamental. Nós temos um campo aberto importantíssimo&#8221;, defendeu Edson, enquanto Regina reforçava: &#8220;A idéia de cultura é uma coisa tão ampla – é um amálgama, o que diferencia os homens dos animais&#8221;. A cientista social e pesquisadora do projeto “Juventude, Identidades e Expressões Culturais” foi além: &#8220;A idéia da sociedade é produzir culturas, símbolos, significação.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">O professor Edson Diniz, sempre defendendo que &#8220;Cultura e Educação são faces da mesma moeda e devem andar juntas&#8221;, trouxe ao público sua experiência no Complexo da Maré para falar sobre mobilização social. &#8220;É muito importante entender esse território para se poder trabalhar dentro desse lugar.&#8221;, e seguiu levantando os pontos-chave a serem pensados em conjunto: &#8220;Esse é o território, essas são as questões, o que se pode fazer para se desenvolver esse lugar? Nossas ações têm que ter impacto de fato&#8221;.<br />
Ao defender que os projetos precisam ter uma interface com o poder público, convidando-o a se posicionar e interagir, Diniz convocou a Rede para pensar junto: &#8220;Qual é o Estado que temos?&#8221;, e emendou: “Temos que encontrar os moradores, chamá-los para as ruas, mobilizá-los: juntar essas pessoas e colocar o poder público para interagir.”</p>
<p style="text-align: justify;">Articulando mobilização cultural com o poder da memória, Diniz defendeu: “O que se faz com os acervos de memória? Deixa-se isso guardado? Deve-se usar isso para alavancar o futuro”. Regina concordou do outro lado da mesa: &#8220;É importante ter suporte de memória, e esses suportes são os registros que você faz e pode passar para os outros. Eles são importantes para a comunicação e possibilitam que outros venham e modifiquem  os antigos suportes de memória posteriormente”. Regina ainda completou: “Como construir esses suportes de memória? Temos que sempre pensar o que nossas hierarquias estão deixando de fora  e qual o papel do agente cultural nessa mediação.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, Regina levantou a questão: &#8220;É preciso levar em conta a mobilização dos atores e produtores da época, que vão, aos poucos, transformando os campos da arte que ainda estão sendo moldados em campos com reconhecimento, campos consagrados”. Diniz concluiu, não deixando mais dúvidas sobre o papel da cultura, memória e mobilização hoje: “Discutir cultura significa pensar que cidade nós queremos deixar pro futuro. Temos que pensar como essa cidade vai ser de todos”</p>
<p style="text-align: right;"><em>(texto: Bruna Baffa/<a href="http://facebook.com/martinicadigital" target="_blank">Martinica Digital</a>)</em></p>
<p>Acompanhe o <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura" target="_blank">Verão da Cultura.Urgente</a></strong> no <strong><a href="http://www.twitter.com/veraodacultura" target="_blank">Twitter</a> </strong>e <strong><a href="http://www.facebook.com/veraodacultura" target="_blank">Facebook</a> </strong>e pelo <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/" target="_blank">Cultura.RJ</a></strong></p>
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		<title>Cultura, controle e conflito</title>
		<link>http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/cultura-controle-e-conflito/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 Mar 2011 19:22:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martinica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dois criadores de experiências culturais com impacto social discutiram a participação do papel da cultura em contextos de conflito. Jailson de Souza, coordenador do Observatório de Favelas, e Dudu de Morro Agudo, fundador do movimento Enraizados, contaram como suas iniciativas mudam a vida das pessoas nas comunidades onde atuam. Pedro Strozenberg, especialista em mediação de conflitos, destacou a importância do encontro para a construção de projetos para o estado. <a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/cultura-controle-e-conflito/">[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dois criadores de experiências culturais com impacto social discutiram a participação do papel da cultura em contextos de conflito. <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/participante/jailson-de-souza-e-silva/" target="_blank">Jailson de Souza</a></strong>, coordenador do Observatório de Favelas, e <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/participante/dudu-de-morro-agudo/" target="_blank">Dudu de Morro Agudo</a></strong>, fundador do movimento Enraizados, contaram como suas iniciativas mudam a vida das pessoas nas comunidades onde atuam. <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/participante/pedro-strozenberg/" target="_blank">Pedro Strozenberg</a></strong>, especialista em mediação de conflitos, destacou a importância do encontro para a construção de projetos para o estado.</p>
<p style="text-align: justify;">O fundamento do Observatório de Favelas, com sede no complexo da Maré, é desconstruir a representação, reforçada nos últimos 20 anos, de que a favela é o espaço do caos, o que justificava uma intervenção bélica para a imposição da ordem pelo estado. “Se continuarmos a trabalhar o poder como sinônimo de dominação, nosso único caminho é o controle e o autoritarismo. Nosso desafio é justamente colocar em questão esses conceitos que negativizam o conflito em vez de vê-lo como oportunidade de diálogo. A cultura é fundamental para trabalhar esse imaginário”, justifica. “Ela não é apenas”, prossegue, “instrumento de sociabilidade, só para ocupar a cabeça e evitar a marginalização de jovens, como muitas ongs equivocadamente acreditam”. “Queremos afirmar um projeto de cidade com políticas públicas em que os diferentes sujeitos se encontrem. Aí o Rio de Janeiro vai ser muito mais legal”, concluiu.</p>
<p style="text-align: justify;">O rapper Dudu de Morro Agudo contou como o movimento Enraizados, de redes de comunicação sobre o hip hop, começou sem pretenções sociais, mas aos poucos percebeu o poder que tinha de interferir na realidade do bairro de Nova Iguaçu. “Em 2003, percebemos que já tínhamos constituído liderança na área, tínhamos o poder de aglomerar pessoas de todo o estado, mas não acreditávamos que podíamos mudar coisas que estavam erradas desde o tempo de meu avô. Um dia, me convenci de que tínhamos que nos envolver com as políticas públicas”, contou.</p>
<p style="text-align: justify;">A plateia ganhou voz e compartilhou suas próprias experiências culturais coletivas. “Isso mostra o sentido comum de nosso trabalho. Se não tivermos um projeto comum, não vamos longe. O argumento fundamental é que todos têm direito ao acesso à cultura por serem cidadãos. A ideia de querer impedir a associação ao crime só reforça a hegemonia do controle”, comentou Jailson, francamente apoiado por todos os presentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Questionado sobre preconceito, Dudu relembrou de sua própria história: “Na minha família, cultura é coisa de vagabundo”. E sugeriu uma maior distribuição de recursos do estado para que pequenos grupos culturais consigam maior visibilidade.</p>
<p style="text-align: right;"><em>(texto: Ana Beatriz Duarte/<a href="http://facebook.com/martinicadigital" target="_blank">Martinica Digital</a>)</em></p>
<p style="text-align: left;">Acompanhe o <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura" target="_blank">Verão da Cultura.Urgente</a> </strong>no <strong><a href="http://www.twitter.com/veraodacultura" target="_blank">Twitter</a></strong> e <strong><a href="http://www.facebook.com/veraodacultura" target="_blank">Facebook</a> </strong>e pelo <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/" target="_blank">Cultura.RJ</a></strong></p>
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		<title>Arte acontecendo agora</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Mar 2011 18:20:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Além dos concorridos debates que aconteceram nas mesas e Redes de Ideias e de Experiências, o público também está empolgado com a exposição coletiva Arte.Agora, que tem curadoria de Marco Antonio Teobaldo. Ao longo dessa semana, as obras foram chegando e ocupando os seus respectivos lugares no Parque Lage, que foi dividido para atender aos três espaços da exposição: Território Urbano, Praça e Estação Tecnológica. <a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/arte-acontecendo-agora/">[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Além dos concorridos debates que aconteceram nas mesas e Redes de Ideias e de Experiências, o público também está empolgado com a <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/arte-agora/" target="_blank">exposição coletiva Arte.Agora</a></strong>, que tem curadoria de <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/participante/marcos-teobaldo/" target="_blank">Marco Antonio Teobaldo</a></strong>. Ao longo dessa semana, as obras foram chegando e ocupando os seus respectivos lugares no Parque Lage, que foi dividido para atender aos três espaços da exposição: <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/evento/arte-agora-territorio-urbano-2/" target="_blank">Território Urbano</a></strong>, <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/evento/arte-agora-praca-2/" target="_blank">Praça</a></strong> e <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/evento/arte-agora-estacao-tecnologica-4/" target="_blank">Estação Tecnológica</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Quem chega ao Verão da Cultura.Urgente é apresentado, logo na entrada, às salas do Território Urbano e da Estação Tecnológica. São vários os trabalhos em exposição, e o público tem também aproveitado para circular e interagir entre as obras.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_991" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/wp-content/uploads/2011/03/IMG_8617.jpg"><img class="size-large wp-image-991 " title="Entrada Verão da Cultura.Urgente (foto: Rodrigo Ambar/Martinica Digital)" src="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/wp-content/uploads/2011/03/IMG_8617-1024x682.jpg" alt="" width="640" height="426" /></a><p class="wp-caption-text">Entrada do Verão da Cultura.Urgente</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_1002" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/wp-content/uploads/2011/03/IMG_8498.jpg"><img class="size-large wp-image-1002  " title="Trabalho exposto na Praça (foto: Rodrigo Ambar/Martinica Digital)" src="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/wp-content/uploads/2011/03/IMG_8498-1024x682.jpg" alt="" width="400" height="266" /></a><p class="wp-caption-text">Trabalho exposto na Praça</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_995" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/wp-content/uploads/2011/03/IMG_8599.jpg"><img class="size-medium wp-image-995" title="O público interage na Estação Tecnológica (foto: Rodrigo Ambar/Martinica Digital)" src="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/wp-content/uploads/2011/03/IMG_8599-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">O público interage na Estação Tecnológica</p></div>
<p style="text-align: justify;">As obras da Praça foram expostas principalmente em volta da piscina do Parque Lage, dando um colorido especial à área de maior circulação do público.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_1003" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/wp-content/uploads/2011/03/IMG_8499.jpg"><img class="size-medium wp-image-1003   " title="Obra na Praça do Arte.Agora (foto: Rodrigo Ambar/Martinica Digital)" src="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/wp-content/uploads/2011/03/IMG_8499-200x300.jpg" alt="" width="200" height="260" /></a><p class="wp-caption-text">Obra na Praça do Arte.Agora</p></div>
<div id="attachment_1005" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/wp-content/uploads/2011/03/IMG_8472.jpg"><img class="size-large wp-image-1005 " title="Na Praça: obras em volta a piscina (foto: Rodrigo Ambar/Martinica Digital)" src="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/wp-content/uploads/2011/03/IMG_8472-1024x682.jpg" alt="" width="400" height="266" /></a><p class="wp-caption-text">Na Praça: obras em volta a piscina</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Outro espaço concorrido fica logo ao lado da Estação Tecnológica, onde a <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br" target="_blank">S</a><a href="http://www.cultura.rj.gov.br" target="_blank">ecretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro</a></strong> disponibilizou notebooks para o público navegar na internet e conhecer o seu portal colaborativo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_1004" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/wp-content/uploads/2011/03/IMG_8782.jpg"><img class="size-large wp-image-1004 " title="Computadores na Estação Tecnológica (foto: Rodrigo Ambar/Martinica Digital)" src="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/wp-content/uploads/2011/03/IMG_8782-1024x682.jpg" alt="" width="640" height="426" /></a><p class="wp-caption-text">O público navegando no portal cultura.rj, na Estação Tecnológica</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abrigando no mesmo lugar arte, cultura, debate e festa, o <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura" target="_blank">Verão da Cultura.Urgente</a></strong> é, definitivamente, o sucesso da estação!</p>
<p style="text-align: right;"><em>(texto: Lucas Waltenberg/<a href="http://facebook.com/martinicadigital" target="_blank">Martinica Digital</a>)</em></p>
<p>Acompanhe o <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura" target="_blank">Verão da Cultura.Urgente</a></strong> no <strong><a href="http://www.twitter.com/veraodacultura" target="_blank">Twitter</a> </strong>e <strong><a href="http://www.facebook.com/veraodacultura" target="_blank">Facebook</a> </strong>e pelo <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/" target="_blank">Cultura.RJ</a></strong></p>
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		<title>Futuro.Agora: as novas dimensões da cultura</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Mar 2011 17:06:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martinica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mediada pela própria Secretária de Cultura, Adriana Rattes, a mesa Futuro.Agora foi a mais concorrida, mais aplaudida e mais polêmica do dia. Confira aqui o que rolou <a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/futuro-agora/">[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mediada pela própria Secretária de Cultura, Adriana Rattes, a mesa Futuro.Agora foi a mais concorrida, mais aplaudida e mais polêmica do dia.</p>
<p style="text-align: justify;">A controvérsia começou com o curador Marcello Dantas, que criticou o excesso de autoreferencialidade do Rio de Janeiro e o que chamou de “um enorme apartheid” escondido pelas belas paisagens da zona Sul da cidade. Oskar Metsavaht discordou. O dono da marca Osklen acha que o Rio é um cidade do mundo, tese confirmada pelo inglês Paul Heritage, promotor da cultura brasileira no Reino Unido.</p>
<p style="text-align: justify;">A pluriartista Bia Lessa sabia que chocaria a plateia ao anunciar ser favorável ao mecenato na arte como forma de evitar o malefício da influência do mercado: “Vou ser vaiada, mas acho que se deve pensar arte como se pensa pesquisa científica. Aliás, é na ciência que está o futuro da arte. Nós, artistas, não sabemos o que temos que fazer, estamos muito aquém de nosso tempo”. Ao contrário do que esperada, foi calorosamente ovacionada.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resposta à fala de Bia Lessa, o físico e doutor em cosmologia Luiz Alberto Oliveira lembrou que arte e ciência de fato têm em comum o fato de mergulharem no desconhecido. “A ciência vai transformar nossa vida, do mesmo modo em que, em outros momento, a arte o fez. A cultura nas próximas décadas terá como função de realizar o que faz de melhor, que é inventar nova gente”, resumiu.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao exercício de futurismo, o aclamado artista Vik Muniz acrescentou a promissora situação para a cidade trazida pelo calendário que culmina em 2016. “Estamos inundados de boas notícias. Há décadas isso não acontece. Mas para onde vamos depois da orgia? Temos que conseguir agora emplacar projetos de longo prazo para sobreviver depois. Temos que desenvolver uma ecologia do olhar, uma alfabetização visual, ver de forma ativa”, disse, também cativando o público.</p>
<p style="text-align: justify;">Produzir isso em grande escala através de políticas públicas foi justamente o objetivo da secretária de Cultura ao idealizar o Verão da Cultura. “A educação forma gente que sabe ler, escrever, contar, mas não forma essa gente nova de que falou Luiz Alberto, que sabe pensar. Essa é a dimensão da cultura”, concluiu  Adriana Rattes.</p>
<p style="text-align: right;"><em>(texto: Ana Beatriz Duarte/<a href="http://facebook.com/martinicadigital" target="_blank">Martinica Digital</a>)</em></p>
<p>Acompanhe o <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura" target="_blank">Verão da Cultura.Urgente</a> </strong>no <strong><a href="http://www.twitter.com/veraodacultura" target="_blank">Twitter</a></strong> e <strong><a href="http://www.facebook.com/veraodacultura" target="_blank">Facebook</a> </strong>e pelo <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/" target="_blank">Cultura.RJ</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_987" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/wp-content/uploads/2011/03/futuroagora3.jpg"><img class="size-medium wp-image-987" title="Os participantes da mesa Futuro.Agora (foto: Rodrigo Ambar/Martinica Digital)" src="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/wp-content/uploads/2011/03/futuroagora3-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Os participantes da mesa Futuro.Agora</p></div>
<div id="attachment_988" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/wp-content/uploads/2011/03/futuroagora-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-988" title="Adriana Rattes, Vik Muniz, Luiz Alberto Oliveira e Paul Heritage (foto: Rodrigo Ambar/Martinica Digital)" src="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/wp-content/uploads/2011/03/futuroagora-2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Adriana Rattes, Vik Muniz, Luiz Alberto Oliveira e Paul Heritage</p></div>
<div id="attachment_989" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/wp-content/uploads/2011/03/futuroagora5.jpg"><img class="size-medium wp-image-989" title="Marcello Dantas, Oskar Metsavaht e Bia Lessa (foto: Rodrigo Ambar/Martinica Digital)" src="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/wp-content/uploads/2011/03/futuroagora5-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Marcello Dantas, Oskar Metsavaht e Bia Lessa</p></div>
<div id="attachment_994" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/wp-content/uploads/2011/03/5540922841_2a3ab65a29_b.jpg"><img class="size-medium wp-image-994" title="O público lotou a Sala 1 do Parque Lage para assistir à mesa Futuro.Agora (foto: Rodrigo Ambar/Martinica Digital)" src="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/wp-content/uploads/2011/03/5540922841_2a3ab65a29_b-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">O público lotou a Sala 1 do Parque Lage para assistir à mesa Futuro.Agora</p></div>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Cultura.Agora: a cultura conectando o Rio</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Mar 2011 16:24:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martinica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A segunda sessão de Cultura.Agora, também mediada pela curadora do Verão da Cultura.Urgente, Heloisa Buarque de Hollanda, reuniu o ponto de vista de quem trabalha com design, literatura, teatro, música e hapennings, além da experiência da socióloga Sílvia Ramos, que foi coordenadora do programa UPP Social. Sílvia disse que os grupos de arte e cultura foram a única conexão entre favelas e o restante do Rio durante os cerca de 25 anos em que o RIo foi uma cidade partida. <a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/cultura-agora-6/">[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A segunda sessão de Cultura.Agora, também mediada pela curadora do Verão da Cultura.Urgente, Heloisa Buarque de Hollanda, reuniu o ponto de vista de quem trabalha com design, literatura, teatro, música e hapennings, além da experiência da socióloga Sílvia Ramos, que foi coordenadora do programa UPP Social. Sílvia disse que os grupos de arte e cultura foram a única conexão entre favelas e o restante do Rio durante os cerca de 25 anos em que o RIo foi uma cidade partida.</p>
<p style="text-align: justify;">O gaúcho Gilberto Gawronski, que veio morar no Rio exatamente no início desse período, declarou ter vivido “crises de amor e ódio pela cidade”. O japonês Nobuyuki Ogata, dono de um escritório de design e moda, também se apaixonou pela cidade e pelo que chama de DNA brasileiro, algo distante do engessamento que viu na Europa e no Japão.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro caso de amor inconteste pela cidade é o da cantora Fernanda Abreu, que defendeu, como já faz há décadas,  a diversidade da cultura carioca na produção que vem da periferia: “O funk foi a última invenção sensacional da cidade”. Para o maior desenvolvimento da expressão dessa periferia, Fred Gelli, sócio da Tátil Design, defendeu a construção de espaços de cultura nas favelas. Já o artista Marcos Chaves considerou o Brasil uma periferia ao falar do circuito de arte internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">A produção das favelas foi exaltada pela escritora Cecília Gianetti, que acredita que um festival de música promovido pela Central Única das Favelas pode revolucionar a cena carioca.  Batman Zavareze, coordenador de outro festival, também tem essa intenção com o Multiplicidade, que reúne apresentações nas novas plataformas tecnológicas. Endossando a fala de Alberto Renault, que contou o “milagre” que é fazer ópera no estado, o designer narrou as dificuldades encontradas na produção do evento, e concluiu pela necessidade de investimento em formação e planejamento.</p>
<p style="text-align: right;"><em>(Texto: Ana Beatriz Duarte/<a href="http://facebook.com/martinicadigital" target="_blank">Martinica Digital</a>)</em></p>
<p>Acompanhe o <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura" target="_blank">Verão da Cultura.Urgente</a> </strong>no <strong><a href="http://www.twitter.com/veraodacultura" target="_blank">Twitter</a></strong> e <strong><a href="http://www.facebook.com/veraodacultura" target="_blank">Facebook</a> </strong>e pelo <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/" target="_blank">Cultura.RJ</a></strong></p>
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		<title>Cultura.Agora: os rumos da produção e consumo cultural</title>
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		<comments>http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/cultura-agora-4/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Mar 2011 15:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martinica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com integrantes por si só plurais, a primeira sessão de Cultura.Agora trouxe um debate diversificado - e “alegre”, como qualificou a mediadora Heloísa Buarque de Hollanda, ao compará-lo às discussões reativas dos anos 60 - sobre a democratização do consumo da cultura no Rio de Janeiro, com contribuições dos campos da arquitetura, do design, das artes cênicas, da dança, do cinema e das artes plásticas. <a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/cultura-agora-4/">[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com integrantes por si só plurais, a primeira sessão de Cultura.Agora trouxe um debate diversificado &#8211; e “alegre”, como qualificou a mediadora Heloísa Buarque de Hollanda, ao compará-lo às discussões reativas dos anos 60 &#8211; sobre a democratização do consumo da cultura no Rio de Janeiro, com contribuições dos campos da arquitetura, do design, das artes cênicas, da dança, do cinema e das artes plásticas.</p>
<p style="text-align: justify;">A variedade da mesa rendeu elogios de Márcio Botner, sócio da Gentil Carioca, que também procura aplicá-la ao cotidiano de sua galeria. “É misturando que aprendemos nossa cultura. Sempre me preocupo com o vizinho, com o passante do centro do Rio. É fundamental que a arte pense a esquina, que ocupe as ruas”, resumiu.</p>
<p style="text-align: justify;">A “esquina” de Bel Lobo foi Vila Aliança, em Bangu, uma comunidade surgida das remoções do governo Lacerda. Lá, pôde contribuir para realizar o sonho de três jovens artistas que queriam fundar um centro cultural. “Fizemos um pipódromo suspenso para que as montanhas fossem visíveis de lá. Agora quero ser paisagista, manchar a cidade de verde”, disse, entusiasmada.</p>
<p style="text-align: justify;">Também arquiteto, Pedro da Luz reforçou a ideia de integração entre o ser humano e os biomas naturais: “Nesse sentido, o Rio ensina para o resto do mundo. A proximidade da população com a lagoa, por exemplo, foi o que fez com que ela se tornasse um patrimônio em que ninguém deixa mexer”. O vice-presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil destacou ainda outros pontos importantes de sua visão de urbanismo: cidade compacta, a mobilidade e a convivência de classes que rompa com a cidade partida. “A cidade é o lugar do convívio da diferença”, completou.</p>
<p style="text-align: justify;">O cineasta Bruno Vianna falou de outro tipo de integração. Seus dois filmes, Cafuné e Ressaca, foram divulgados e até reeditados colaborativamente (foram licenciados em Creative Commons), desdobrando-se em infinitas possibilidades narrativas. “Cultura não é só aquela que gera renda. O desenvolvimento tecnológico do filme foi feito em espaços coletivos, ricos para a troca de ideias. Esses espaços têm que ser pensados pelas políticas públicas”.</p>
<p style="text-align: justify;">A atriz Leandra Leal está usando essa mesma cultura colaborativa em sua produtora. “Vi isso no movimento ‘Queremos’, que vende cotas pela internet para trazer ao Brasil atrações internacionais. Isso significa colocar na mão do público o que ele quer ver”, explicou Leandra, que propôs ainda a inclusão do teatro no currículo escolar.</p>
<p style="text-align: justify;">Deborah Colker apoiou a ideia. Dona de um centro de movimento que comporta projetos sociais, a coreógrafa acha que a dança melhora a vida das pessoas. “Estou falando de todo tipo de gente, de gente que quer dançar simplesmente porque dançar faz bem. É um espaço para dialogar com outras atividades”.</p>
<div style="text-align: justify;">
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<p style="text-align: right;"><em>(texto: Ana Beatriz Duarte/<a href="http://facebook.com/martinicadigital" target="_blank">Martinica Digital</a>)</em></p>
<p style="text-align: left;">Acompanhe o <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura" target="_blank">Verão da Cultura.Urgente</a> </strong>no <strong><a href="http://www.twitter.com/veraodacultura" target="_blank">Twitter</a></strong> e <strong><a href="http://www.facebook.com/veraodacultura" target="_blank">Facebook</a> </strong>e pelo <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/" target="_blank">Cultura.RJ</a></strong></p>
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		<title>Cultura-remix: a terceira margem da cultura</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Mar 2011 15:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martinica</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rede de Ideias]]></category>
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		<description><![CDATA[“Todos os problemas da cultura e da filosofia estão na rua”. Foi a partir desta frase de Nietzsche, trazida por Charles Feitosa, que a última Rede de Ideias do Verão da Cultura.Urgente, mediada por Béa Meira, costurou sua argumentação em torno do que seria "a terceira margem da cultura". <a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/cultura-remix-a-terceira-margem-da-cultura/">[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">“Todos os problemas da cultura e da filosofia estão na rua”. Foi a partir desta frase de Nietzsche, trazida por <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/participante/charles-feitosa/" target="_blank">Charles Feitosa</a></strong>, que a <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/evento/rede-de-ideias/" target="_blank">última Rede de Ideias</a> </strong>do <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/" target="_blank">Verão da Cultura.Urgente</a></strong>, mediada por <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/participante/bea-meira/" target="_blank">Béa Meira</a></strong>, costurou sua argumentação em torno do que seria &#8220;a terceira margem da cultura&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Na discussão sobre novas e antigas formas de Criatividades, Feitosa trouxe para a Rede o conceito de mistura, de filosofia pop, daquilo que se junta e vira um terceiro elemento a partir desta fusão. &#8220;O gesto criativo é um remix, não é algo novo, é algo recriado&#8221;, disse o filósofo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com exemplos descontraídos e vídeos que divertiram o público, Charles afirmou a importância da experimentação e, principalmente, da reprodução e recriação na cultura. &#8220;Todo gesto cultural é um gesto de alguém que pega, recria e reproduz, ou seja, um gesto de &#8216;pirataria&#8217;&#8221;, disse ele, referindo-se à figura do &#8216;pirata&#8217; em sua concepção mais clássica.</p>
<p style="text-align: justify;">Reforçando a ideia de que os principais problemas e questões da cultura estão no nosso dia a dia, o Secretário de Cultura de Nova Iguaçu, <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/participante/ecio-salles/" target="_blank">Ecio Salles</a></strong>, discorreu sobre suas experiências no trabalho com políticas públicas e grupos culturais, como o AfroReggae, e sobre seus estudos de manifestações culturais, envolvendo o público em uma animada discussão sobre a música funk, com todos os seus significados culturais e desdobramentos sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A terceira margem da cultura é a rua&#8221;, disse Charles, e a curadora das Redes do Verão da Cultura, <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura/participante/ilana-strozenberg/" target="_blank">Ilana Strozenberg</a>,</strong> fez coro na plateia: &#8220;A terceira margem da cultura não está nem aqui nem ali, ela está em um lugar novo. Para chegar a esse lugar, é preciso abrir mão de determinações prontas e procurar outra coisa.&#8221;</p>
<p style="text-align: right;"><em>(texto: Bruna Baffa/<a href="http://facebook.com/martinicadigital" target="_blank">Martinica Digital</a>)</em></p>
<p style="text-align: left;">Acompanhe o <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/veraodacultura" target="_blank">Verão da Cultura.Urgente</a></strong> no <strong><a href="http://www.twitter.com/veraodacultura" target="_blank">Twitter</a> </strong>e <strong><a href="http://www.facebook.com/veraodacultura" target="_blank">Facebook</a> </strong>e pelo <strong><a href="http://www.cultura.rj.gov.br/" target="_blank">Cultura.RJ</a></strong></p>
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