Secretaria de Cultura no Twitter  Secretaria de Cultura no YouTube  Secretaria de Cultura no Facebook

Revista 

nuvem de tags

3-pontos   adeus-minha-rainha   alexandre-pimentel   artista-finlandesa-eija-liisa-ahtila   centenaria   divertimento   luz-nas-trevas   mario-mendonca   martelada-jam-session   quando-eu-era-vivo

nuvem de tags
Notas

A exposição O Cronista Graciliano no Rio de Janeiro, em cartaz no Arte Sesc, foi prorrogada até 31 de maio.

17/04/2015


O espetáculo S'imbora, o musical - A história de Wilson Simonal está de volta, agora no Teatro João Caetano. A temporada segue até 31 de maio. Mais informações aqui.

17/04/2015


O filme Boa Sorte, de Carolina Jabor, venceu o prêmio de Melhor Filme eleito pelo público no 17º Festival de Cinema Brasileiro de Paris. O Festival aconteceu de 7 a 14 de abril, no Cine L’ Arlequin.

15/04/2015


Até sexta (17/04) a Comissão de Cultura da Alerj recebe indicações para o Diploma Heloneida Studart de Cultura. A homenagem será entregue em maio a produtores, ativistas e instituições culturais.

15/04/2015


todas as notas

História do carnaval, nº 2: marchinhas que marcaram época

Na série de podcasts sobre a história do carnaval, as marchinhas que tomam conta do coração dos foliões

Podcasts 17.02.2011 1 comentário

Marchinhas de Chiquinha Gonzaga, Lamartine e João Roberto Kelly marcaram época  (Crédito: Jorge Lz, pesquisador musical e DJ)

Se o bloco é a cara, a marchinha é o que se pode chamar de "idioma oficial" do carnaval carioca. Desde 1898, quando Chiquinha Gonzaga compôs “Ô Abre Alas” para o cordão carnavalesco “Rosa de Ouro”, as marchas tomaram conta e, principalmente, entre as décadas de 20 e 60, foram o carro chefe da folia.

Ritmo acelerado, melodia simples e alegre, letra marota e, de preferência, com duplo sentido, além de um refrão forte para grudar nos ouvidos. Estes são os ingredientes de uma receita bem-sucedida. Além da alma, as marchinhas também servem como crônica da Cidade Maravilhosa.

Vários dos principais nomes da música brasileira produziram verdadeiras pérolas, que resistem até os dias de hoje. “Pierrô Apaixonado” de Noel Rosa e Heitor dos Prazeres, “Alá-lá-ô” de Haroldo Lobo e Nássara, “Aurora” de Roberto Riberti e Mário Lago, “Cidade Maravilhosa” de André Filho e “O Teu Cabelo Não Nega” dos Irmãos Valença e Lamartine Babo são bons exemplos. Até Chico Buarque com “O Boi Voador” e Caetano Veloso com “A Filha da Chiquita Bacana” se aventuraram no estilo.

Mas é impossível falar de marchinhas sem trazer à tona o nome de João de Barro, o Braguinha. Solo ou em parcerias, ele é o verdadeiro Pelé das músicas de carnaval! “Touradas de Madri”, “Chiquita Bacana”, “Pirata da Perna de Pau”, “Yes, Nós Temos Banana”, “Balancê” e “Linda Lourinha” são figurinhas fáceis em qualquer baile ou bloco. Outro nome importante é João Roberto Kelly com suas “Cabeleira do Zezé”, “Colombina Iê-Iê-Iê” e “Bota a Camisinha”. No ano passado, Kelly recebeu uma bela homenagem, o músico e cineasta André Weller fez o excelente curta-metragem “No Balanço de Kelly”.

Seja em alguns espetáculos como “Sassaricando”, de Sérgio Cabral e Rosa Maria Araújo, ou nos concursos da Fundição Progresso, as marchinhas não tomam conhecimento do passar do tempo e provam que continuam firmes e fortes no coração do folião carioca.


Colaboração de Jorge Lz



 indique para amigo         versão para impressão

 permalink

Compartilhe:   facebook   twitter   orkut   delicious   digg   technorati   google   stumbleUpon


tags

marchinas

marchinhas

comentários


This content will be replaced when pagination inits.


* campos obrigatórios














500 caracteres restantes


Digite os caracteres que aparecem na imagem abaixo:

Verificação