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Um dos pais da cibercultura

Pierre Lévy vem ao Rio conversar sobre a literatura no mundo digital em mesa com Gilberto Gil

Matérias 24.08.2011 deixe aqui seu comentário

Professor e teórico, Pierre Lévy participa do Oi Cabeça acompanhado de Gilberto Gil

Professor e teórico, Pierre Lévy participa do Oi Cabeça acompanhado de Gilberto Gil  (Crédito: Divulgação)

A professora Cristiane Costa assina a curadoria do evento com Heloisa Buarque de Hollanda

Um misto de pensador e futurólogo, porém menos adepto do misticismo e com total crença na ciência tecnológica. Há 20 anos, o professor e pensador tunisiano Pierre Lévy preconizava o avanço do universo digital e como a cultura seria absorvida por ele. Hoje em dia, em vez de se acomodar e colher os louros de suas pesquisas, Lévy vem ao Brasil defender suas teorias durante o Oi Cabeça. O evento que discute os limites da palavra e da literatura no mundo cibernético realiza mais uma edição nesta quinta-feira, dia 25, no Oi Futuro Flamengo e vai colocar ao lado do teórico da Universidade de Sorbonne um representante brasileiro de peso: Gilberto Gil.


“Quem, no Brasil, poderia estar à altura de Pierre Lévy?”, pergunta a professora Cristiane Costa, que divide a curadoria do evento com a pesquisadora Heloisa Buarque de Hollanda. A própria Cristiane, coordenadora da Escola de Comunicação da UFRJ, se apressa a responder: “Só alguém que foi pioneiro como o Gil, responsável por criar uma política cultural para a informática dentro do Ministério da Cultura, além de ter encarado a internet de frente, em sua carreira artística."


Leia também: As fronteiras da arte no mundo digital


Poder da palavra


Pai da alcunha “inteligência coletiva”, Lévy acertou em suas obras ao dizer que a internet iria ocupar parte de nossas vidas, avançando em conceitos como hipertexto e cibercultura, ‘profetizando’ elementos como as mídias digitais e a Wikipédia. Agora, busca discutir o futuro das palavras, e, por que não, da literatura no mundo cibernético.


Segundo Cristiane, que faz parte do Programa Avançado de Cultura Contemporânea (PACC) da UFRJ, os avanços tecnológicos no campo digital ampliaram as nossas capacidades de leitura: “Na verdade a internet trouxe a palavra escrita de volta, de forma híbrida, permeada pela cibercultura. Os livros não são mais só palavras, hoje são feitos em várias plataformas, e você pode interagir com eles e compartilhar nas suas redes.”


Como exemplo, Cristiane Costa cita Scott Linderbaum, convidado do Oi Cabeça de junho. Linderbaum é um dos fundadores da Eletric Literature, revista multiplataforma que pode ser lida em iPad, Kindle ou impressa, além da possibilidade de ser compartilhada em redes sociais como Twitter.


Retrospectiva


A programação do Oi Cabeça deste ano se iniciou em maio, com a presença de Nancy Baym, que falou sobre o gênero Fandom e da apropriação dos livros pelos leitores. Em julho, foi a vez do alemão Daniel Gelder explicar para os brasileiros como a realidade aumentada pode ser aplicada à literatura, incluindo pop-ups holográficos.


Até o encerramento da edição de 2011, em dezembro, diversos pensadores internacionais ainda vão passar pelo Oi Cabeça. A pesquisadora norte-americana Janet Murray vem ao Rio, em setembro, falar sobre literatura expandida, e em outubro é a vez de Robert Coover, da Elo – Eletronic Literature Organization. Em novembro, Ian Bogost, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), vai abordar a estética dos games e suas narrativas, antecedendo ao  encerramento do ciclo, em dezembro, com o LabFest, uma celebração da comunidade literária impressa e transmídia.


 


Colaboração de Gustavo Durán



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