

Leitura dramatizada da peça A Inquisição dos Falos, de Cesar Moura, no Teatro Laura Alvim, nesta terça-feira, às 20 horas. O preço é simbólico: R$ 2.
22/05/2012
Morreu, no domingo, o músico Robin Gibb, um dos três irmãos que formaram o grupo Bee Gees. O britânico, de 62 anos, estava em tratamento contra um câncer de cólon e fígado, segundo sua família.
21/05/2012
A Casa da Leitura promove a palestra O Cinema Literário e Musical de Alberto Cavalcanti nesta terça, dia 22, às 18h30. A discussão ilustrada com filmes do diretor será ministrada por Sérgio Caldieri.
21/05/2012
Contemplado pelo edital de novos autores, Gui Mallon lança seu novo livro, 'A caravela', nesta quinta-feira, 24/5, às 17h, na Biblioteca Pública de Niterói
21/05/2012
Bandas do estado alternam tradição e modernidade na sétima edição da Maratona de Bandas
Ao longo do fim de semana, 14 grupos se apresentaram
Matérias 12.12.2011 deixe aqui seu comentário
Com um repertório composto de músicas tradicionais como “Cidade Maravilhosa”, passando por canções de Raul Seixas e Michael Jackson, bandas civis e militares do estado ocuparam, no último final de semana, uma grande tenda armada no Forte Duque de Caxias,em frente à praia do Leme, na Zona Sul do Rio, para a sétima edição da Maratona de Bandas, realizada pela Sala Cecília Meireles, vinculada à Secretaria de Estado de Cultura (SEC). O encontro acontece anualmente, desde 2005.
”A maratona é hoje a grande vitrine das bandas civis e militares fluminenses. Ao longo do fim de semana, 14 grupos se apresentaram, vindos de nove municípios do estado. Mesmo com a Sala Cecília Meireles em obras, fazemos o esforço de manter o encontro, que é essencial para o acompanhamento dos músicos. As bandas centenárias estão cheias de meninos, vão se renovando a cada geração, e isto mostra a importância de se manter este espaço”, observou João Guilherme Ripper, diretor da Sala Cecília Meireles.
De acordo com a resolução da SEC, todas as bandas centenárias se qualificam para figurar como Patrimônio Imaterial do Estado do Rio de Janeiro. Exemplo da importância dessas instituições, o som produzido pelas bandas de música permanece na memória afetiva da população, como explica a artista plástica Mazeredo, que tem uma galeria de artes no Forte Duque de Caxias e fez questão de assistir à apresentação:
“Quando ouvi os sons dos instrumentos de sopro da Banda do Primeiro Batalhão de Guarda que abriu o evento, já vim logo pra cá. As bandas me fazem lembrar dos desfiles militares , mas também dos bailes de carnaval com grandes orquestras nos clubes. Iniciativas como essas tem que acontecer sempre”.
Também na plateia, sentado logo na primeira fileira, Adilson dos Anjos Batista, militar aposentado, acompanhava atento as evoluções da Sociedade Musical Fraternidade Cordeirense, regida pelo maestro José Amarildo:
“Esta é a terceira vez que venho a esse encontro. Fui na Sala Cecília Meireles no ano retrasado, no forte de Copacabana ano passado, e agora estou aqui no Leme. Ouvi pelo rádio que este ano ia ser aqui . Agora não perco mais, todo ano vou assistir aonde for, porque essas bandas são maravilhosas”.
Banda Larga
Ao final da apresentação da banda de Cordeiro, três de seus saxofonistas , João Gabriel Ferreira, Gilmar Pereira e Dirceu Souza, comentaram com entusiasmo a participação no encontro, especialmente por terem conseguido, eles próprios, fazerem uma boa manutenção de seus instrumentos, garantindo, assim, qualidade de som e melhor desempenho. Na sua cidade, eles participaram das oficinas do projeto Banda Larga, desenvolvido pela SEC para atender músicos, regentes e técnicos de todo o estado:
“Agora, nós mesmos conseguimos fazer a manutenção de todos os instrumentos de sopro da nossa banda. Antes do Banda Larga , a gente tinha que enviar o instrumento para o Rio de Janeiro por causa de qualquer pecinha, até mesmo uma pequena mola, fácil de ser recolocada, porque não sabíamos como fazer. Foi um trabalho intensivo, de uma semana, debruçados sobre o instrumento, mas agora, com as informações técnicas que recebemos, e usando a nossa intuição e a intimidade com o instrumento, a gente vai melhorar muito a qualidade de som da banda”, conclui Gilmar Pereira.
No sábado, 10 de dezembro, apresentaram-se na Maratona, a Banda de Música do 1º Batalhão de Guardas (Rio de Janeiro), Sociedade Musical Fraternidade Cordeirense (Cordeiro), Sociedade Musical União dos Operários (São João da Barra), Banda de Música do Corpo de Fuzileiros Navais (Rio de Janeiro), Banda de Música da Base Aérea do Galeão (Rio de Janeiro) e Sociedade Musical Operários Campistas (Campos).
Já no domingo, dia 11, as apresentações ficaram a cargo da Sociedade Musical União dos Artistas (Barra do Piraí), Clube Musical Euterpe (Petrópolis), Sociedade Musical Lyra de Arion (Santo Antonio de Pádua), Sociedade Musical Nova Aurora (Macaé), Sociedade Euterpe Comercial (Barra do Piraí), Banda de Música da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro e Sociedade Musical Isabelense (Valença).
Colaboração de Ascom
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