Estudo antropológico sobre as "baianas de acarajé"
12.02.2012 1 comentário
Em 2004, o Iphan concluiu o registro do “ofício das baianas de acarajé” como “patrimônio imaterial”, reconhecendo oficialmente a relevância social e cultural das baianas. A tese de mestrado Agora, que somos patrimônio: Um estudo antropológico sobre as “baianas de acarajé", de Nina Pinheiro Bitar, vencedora do primeiro Prêmio IPP Rio Maurício de Almeida Abreu, tem objetivo de descrever e analisar os efeitos do processo de tornar-se “baiana de acarajé”. É também uma busca pela compreensão das formas como
essas personagens entendem a noção de “patrimônio”.
Durante o estudo e o trabalho de campo, a autora percebeu que as baianas narravam suas trajetórias a partir de sua interação com a comida que produzem; é a partir dessa relação que constroem a narrativa sobre suas vidas. O trabalho com esse produto explicitava os caminhos e escolhas que suas existências tomaram. Assim, essas histórias foram constituídas de uma forma específica, através da ligação das baianas com o acarajé.
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http://www.cultura.rj.gov.br/artigos/estudo-antropologico-sobre-as-baianas-de-acaraje
